Segunda, 02 Janeiro 2012 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor, como qualquer articulista que se preze em ocaso do ano, escolhe, dentre os acontecimentos que relevaram, os que julga mais memoráveis, no teatro nacional e internacional: para o primeiro, o descalabro do socialismo português que levou a banca à glória, e, para o segundo, a chamada "Primavera Árabe" pelas esperança que fez despontar e está longe de cumprir, pelo menos para já).
Sexta, 23 Dezembro 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor louva o governo pelo seu discurso de verdade, ainda mais pelo confronto com o do anterior, adepto do estilo Fitz, mas alinha com as críticas continuadas no sentido de que falta a parte pedagógica e psicológica, visto que o método paliativo e de esperança não é seguramente incompatível com a mensagem de rigor que os cidadãos exigem e preferem).Sexta, 16 Dezembro 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor desenvolve um poderoso raciocínio sobre o que se vem passando na União Europeia, seja o aprofundamento das relações entre países membros, seja a crise do euro e das dívidas soberanas, concluindo, também com grande poder intelectual, que nada ocorreu que não estivesse à vista, e que a cimeira do "tudo ou nada" há-de ser sempre a seguinte).
Sexta, 02 Dezembro 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor, desafiando as probabilidades e os maus augúrios sobre a nossa moeda de estimação, o euro, aposta que a Alemanha, no último momento, ajudará no resgate da Europa, mesmo incluindo os países debochados, entre os quais o nosso, até por instinto de auto-preservação. Mas também adverte que, se perder, não paga).
Sexta, 25 Novembro 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor toma partido contra o partido da greve geral, afinal um mero factor de depauperamento e de tensão, sem ganho para a sociedade, mas não protesta contra o protesto, que - valha-nos Deus - bem se justifica).
Sexta, 18 Novembro 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor continua a propor que se desconfie dos políticos que atacam os veredictos dos mercados sobre as suas políticas, pois o que se passa, normalmente, é serem estes a ter razão e os agentes políticos aí encontrarem oportuno bode expiatório para os seus erros - os quais, no final, são pagos pelos contribuintes e não pelos mesmos, enquanto que, com os investidores e especuladores, são eles próprios a perder pelos seus erros).
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