Sexta, 23 Setembro 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor tranquiliza o Presidente da República, dando-lhe o seu aval na dura reprimenda à Madeira, um pouco tardia, mas nada para tirar o sono, e põe Alberto João na berlinda, pois tudo o que é de mais é moléstia; depois aproveita para associar o assunto com a primeira entrevista do primeiro-ministro, saltando daà para o psico-drama grego, tudo isto com enorme graciosidade literária).
Sexta, 16 Setembro 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor, tendo acompanhado o Congresso do PS com entediada atenção - com Sócrates as coisas eram muito mais reverendo Moon, com música do "Gladiador" e mesmo algumas curas confirmadas pelo Vaticano - verifica que já esqueceram tudo e não aprenderam nada).
Sexta, 09 Setembro 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor, cheio de equimoses como qualquer membro da classe média que se preze, sustenta que, com melhores ou piores apresentações, o governo é o faz-tudo da troika e antes fazer o trabalho sujo bem feito do que cair no vÃcio grego - salvo seja! - pois a soberania está a 50%, o que em bancarrota ainda é bem bom).
Sexta, 02 Setembro 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor, durante as suas profundas cogitações no grande momento intelectual do chuveiro, conclui que a discussão pública tresanda a ideologias e populismo, assim contribuindo para a balbúrdia geral. A semana, entre ricos e pobres, impostos e assistencialismo, foi esclarecedora).
Sexta, 26 Agosto 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor recorda a efeméride do segundo mês de governo, agora pelos idos de Agosto, a qual, em circunstâncias normais, seria completamente anódina, mas impõe agora observação ansiosa, pela boa razão de que, com o paÃs de rastos e falido, nada pode falhar, numa governação milimétrica e ao segundo, num ambiente de regeneração absolutamente necessária).
Sexta, 19 Agosto 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor propõe que, como tudo na vida e na sociedade, há que manter o bom senso e o equilÃbrio, e os excessos em que caiu o "welfare state" e a cultura da permissividade apresentaram apenas uma factura nas incrÃveis desordens no Reino Unido, porque a doença social é mais funda, a necessitar de expurgação. E também a temos em Portugal, como em boa parte das democracias ocidentais).
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