Sexta, 29 Abril 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor oferece a sua ansiada visão sobre alguns eventos recentes, malhando a torto e a direito, enquanto deambula por sondagens e bancarrotas sortidas, reais ou imaginadas).
Sexta, 15 Abril 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor faz as suas escolhas da semana, no meio do alarido que percorre um paÃs de cabeça perdida e rumo por encontrar, com os funcionários do FMI a vasculharem as contas e a tentarem perceber o desvario do nobre povo, nação valente, e da gente que o desgoverna).
Sexta, 08 Abril 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor adjectiva esse grande artista português, José Sócrates, que consegue praticar com grande proficiência vários números de representação, agora num dos papéis em que se exorbita, o de patriota, em ponto de excelência idêntico ao inexcedÃvel de vÃtima).
Sexta, 01 Abril 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor entende que nas eleições do Sporting e seu rescaldo podemos avaliar alguma das insuficiências dos portugueses em conviverem com os adversários, mas também as dificuldades de largarem objectivamente os pesados lastros do falhanço. E, no mesmo fim-de-semana, parte rumo ao PS socrático, este sempre no mundo da fábula, beligerância e crispação, exactamente aquilo que o PaÃs dispensa.)
Sexta, 25 Março 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor, um estrénuo defensor da estabilidade, como nesta sede sustentou até ao enjoo, anota que este é um momento péssimo para o despoletar da crise mas que o fim da linha chegou quando Sócrates decidiu abri-la ou fez o seu melhor para que isso acontecesse, sendo que, mesmo demitido, nele está também a chave do futuro, Arre!).
Sexta, 18 Março 2011 00:00

Por Fernando Braga de Matos*
(Onde o autor lembra que as crises abrem oportunidades e que o inevitável ajustamento económico para superar a nossa permitirá largar este socialismo de ventre mole que não compete com o capitalismo de Estado da China, nem com a social democracia de mercados altamente competitivos, nem com o liberalismo americano. Pior só mesmo o socialismo do sec XXI do Chavez, como ele lhe chama, cheio de razão) .
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