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Setembro Vermelho nos mercados- NL BonsInvestimentos Out 2011

Newsletter BonsInvestimentos.com
Revelando os Bons Investimentos nos mercados financeiros

Vol. 7 - Edição 6
Outubro de 2011

 

As Bolsas em Setembro de 2011

Os índices bolsistas dos EUA terminaram Setembro registando perdas mensais e fortes perdas trimestrais, ao nivel de 2008 / início de 2009. Foi um trimestre caracterizado por forte aumento da volatilidade.

Últimos 5 meses no S&P 500

Maio

-1.35%

Junho

-1.83%

Julho

-2.15%

Agosto

-5.68%

Setembro

-7.18%

Outubro

?

O Dow Jones terminou nos 10.913 pontos, uma perda de 6% no mês, o seu quinto mês de quedas consecutivas. No trimestre a queda foi de 12%, o pior desde Março de 2009.

O Standard & Poors 500 fechou nos 1.131 pontos, uma desvalorização mensal de 7,2% e de 14% desde Junho.

O Nasdaq Composite encerrou nos 2.415 pontos, caindo 6,4% no mês e cerca de 13,4% no trimestre.

Performance Semanal das bolsas internacionais em Setembro de 2011

O PSI-20 terminou Agosto nos 5.891 pontos. A praça portuguesa acumulou uma queda de 19,56% entre Julho e Setembro do presente ano. No último dia de Junho o índice tinha mais de 7.000 pontos, segue agora abaixo dos 6.000, na casa dos 5.000 pontos.

Juro do Banco Central
Divisa
audaud 4.75%
nzdnzd 2.50%
eureur 1.50%
gbpgbp 0.50%
cadcad 1.00%
usdusd 0.25%
chfchf 0%
jpyjpy 0.10%

Os bancos centrais estão a deixar de aguentar as taxas de juro que reduziram aos minimos de décadas para tentar enfrentar a crise. A Reserva Federal Americana, tem a taxa dos fundos federais nos 0,25% e o BCE tem a taxa de juro em 1,50% e já começou a subir as taxas. Segundo a minha análise a margem de manobra nas taxas está limitada, a partir daqui a tendência é de subida e já teve início na zona euro.

 

 

The Big Picture - Outubro 2011

Os índices bolsistas americanos tiveram fortes quedas no trimestre que terminou em Setembro num período marcado pelo aumento da volatilidade. O Ouro e a Prata tiveram uma correcção forte no fim do mês, mas mantêm a sua tendência ascendente. O dólar subiu, ajudado pelos problemas da zona euro  e o crude west texas caiu para baixo dos $80.

Lembra-se daqueles $400 biliões de aumento da dívida nos EUA que tanto se falou no final de Julho / início de Agosto? Bem, já desapareceram e só demoraram seis semanas. Obama disfarça falando de empregos.

Os políticos têm um grande talento, que é gastar dívida, ou seja, o dinheiro dos outros.

Os Governos do ocidente querem fazer de Robin Hood, só que ao contrário, tiram daqueles que se sacrificam e pagam para os benefícios dos que não pagam nada para o sistema.

O que a Reserva Federal Americana e a União Europeia têm estado a fazer para ressuscitar a economia não funcionou e eles sabiam que não ia funcionar. A ideia é prolongar para não rebentar.

O Bundestag votou esmagadoramente 523 a favor e 85 contra, para aprovar a expansão do fundo de resgate europeu, o EFSF, European Financial Stability Facility, apesar do facto de 75% dos alemães serem contra o EFSF.

Esta crise da dívida, vai levar à depressão económica e as nações que participam vão ter de imprimir mais moeda e monetizar dívida, para cumprir os seus compromissos, o que levará a mais inflação.

Neste processo a Grécia vai provavelmente no mínimo entrar em incumprimento de 50% das suas dívidas ou talvez mesmo a totalidade, o que se traduzirá em gigantescas percas nos bancos e no banco central europeu.

Nessa altura a Grécia vai abandonar a zona euro, seguida pela Irlanda e Portugal. Outros irão atrás. Isso vai trazer mais recessão, mais problemas económicos, juntamente com protestos e distúrbios das populações, sobretudo na Alemanha.

Uma das maiores bolhas nos mercados financeiros, são as Obrigações do Tesouro Americanos, muitos investidores acreditam que são um bom refúgio. Como? O governo americano está falido!

Quando chegar o colapso do dólar americano, os donos dessas obrigações vão perder muito dinheiro.

Activos muito interessantes para comprar e investir a médio prazo, por se encontrarem em níveis muito baixos e com grande potencial de valorização, são a Platina e o Gás Natural, que estão a fazer o fundo nas próximas semanas e a minha análise aponta para fortes subidas nos próximos meses.

Entretanto o Ouro corrigiu dos novos máximos históricos, acima dos $1900 e os 1300 euros por onça em Agosto e Prata foi visitar níveis abaixo dos $30 por onça. É uma correcção saudável neste bull market que já leva 11 anos, é a preparação para novas subidas e valores mais altos.

São os saldos e os investidores astutos vão aproveitar este período para comprar os metais preciosos e as acções mineiras.

A Prata está a recuar e apanhar balanço para passar os $50 e começar a ter esse nivel como suporte em vez de resistência.

Podemos antecipar que os mercados vão continuar a registar volatilidade, com movimentos fortes e bruscos, com momentos de consolidação pelo meio. As macro tendências são as mesmas dos últimos 10 anos, bolsas em tendência descendente e metais preciosos em tendência ascendente.

Os próximos anos vão ser bons para quem tem metais preciosos. Segundo a minha análise, a médio e longo prazo, o ouro e a prata vão continuar a valorizar. No curto prazo poderemos assistir a algumas correções.

 

Metais Preciosos em Setembro 2011

O Ouro e a Prata fecharam Setembro com fortes quedas mensais, com a Prata a liderar as quedas.

Os metais preciosos podem pontualmente assustar os investidores tanto como entusiasmam, mas segundo a minha análise a tendência de médio e longo prazo é de subida.


Mais informação sobre o Ouro e Prata em: Entrevista GATA

 

O contrato de Ouro para entrega em Dezembro na divisão Comex da New York Mercantile Exchange, terminou o mês nos $1.622,30 por onça. Após ter atingido um novo máximo de sempre nos $1.917,30 durante o mês de Agosto. Os futuros acabaram a perder 11% no mês, mas ainda conseguiram ganhar 8% no trimestre.

O trambulhão de Setembro no ouro foi a sua maior queda mensal desde Outubro de 2008.

A minha análise aponta para o Ouro acima dos $2000 por onça nos próximos 9 meses. Quando este nivel for ultrapassado o Ouro poderá dirigir-se a médio prazo para cima dos $3000 por onça.

Mais informações sobre a ascensão do Ouro em: Venderam-se os Anéis

 

A Prata para entrega em Dezembro, terminou nos $30,08 por onça. Caiu 28% no mês.

A Prata teve o seu pior mês desde Março de 1980.

A minha análise aponta para a Prata acima dos $60 por onça nos próximos 12 meses. Quando este nivel for ultrapassado a Prata irá dirigir-se no médio prazo para cima dos $90 por onça.

 

Mais informações sobre a ascensão da Prata em: A Prata vai ser Ouro

O Cobre para entrega em Dezembro fechou nos $3,15 por libra, fechando o mês a cair 24%. O cobre teve o seu pior mês desde Outubro de 2008.

O Paládio para entrega em Dezembro, fechou nos $614,55 por onça, recuou 22% em Julho.

A Platina para entrega em Outubro, fechou nos $1519,40 por onça. Desvalorizou 18% no mês.

 

O Forex em Setembro de 2011

Em Setembro o indíce do dólar americano, que representa um cabaz de seis moedas, fechou a subir 5,8% no trimestre ficando por volta dos 78,64 pontos.

O Euro terminou por volta dos $1,34. A moeda da União Europeia, fechou a cair 7,5% no terceiro trimestre face à moeda verde.

Contra o iene japonês o dólar fechou Setembro por volta dos ¥77.

A moeda americana está em declínio e nos próximos anos vai deixar de ser a moeda de referência mundial. O indíce do dólar está por volta dos 78 pontos. Segundo a minha análise a tendência de queda a médio e longo prazo mantem-se.

Mais informações sobre os mercados cambiais em: Colapso do Dólar

 

 

A Energia em Setembro de 2011

O preço do Petróleo crude West Texas na New York Mercantile Exchange para entrega em Novembro fechou o mês  nos $79,20 por barril. Em Setembro perdeu 11%.

Segundo a minha análise nos próximos 18 meses podem ser atingidos novos máximos de sempre no Petróleo, com os media a finalmente reconhecerem o Peak Oil. O crude está numa tendência de subida a médio e longo prazo.

O contrato de Gás Natural para entrega em Novembro fechou nos $3,67 por milhões de BTUs (British Thermal Units) na Nymex. No mês fechou a cair 10%.

Segundo a minha análise a médio e longo prazo a tendência do Gás Natural é de subida.

 

 

 

 

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